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  • Graduandos lançam o podcast de História "Bilú Historiador"

    O Episódio Piloto, sobre a Marcha Mundial das Mulheres no Brasil, lançado no Anchor e Spotify, está disponível para download no final dessa publicação. Os estudantes Isabela Plestch e Rafael Dione Trombeta, do curso licenciatura em História da Unioeste, como parte de uma atividade prática aplicada na disciplina de História do Brasil VI, lançaram um podcast que se voltará para a apresentação e debate de conteúdos da área de História e variedades. Em seu episódio piloto, disponiblizado nas plataformas de streaming Anchor e Spotify , apresentaram a "Marcha Mundial da Mulheres no Brasil", da qual o Brasil foi sede em três diferentes anos. Trata-se de um movimento de abrangência global, que tem seu início marcado por uma manifestação pública feminista no Canadá no ano de 1999. A partir daí a Marcha passou a se organizar em nível internacional e a contar com uma rede de milhares de coletivos de mulheres de mais de 150 países que se reuniram em uma plataforma mundial (DE MOND, 2003, p.637-638). O tema é de extrema importância social, pois, apesar de muitos cegamente acreditarem que o movimento feminista não seja mais necessário — já que segundo estes, a mulher agora supostamente possuí o mesmo status quo que o homem na sociedade — essa está longe de ser a realidade. Principalmente no Brasil onde questões como classe e raça estão diretamente ligadas às opressões de gênero, interligando-se e afetando milhares de mulheres brasileiras que experiênciam tais opressões sob um ponto vista de que lhes é único. No nosso país os números falam por si só e, apesar do crescimento na adesão a movimentos feministas, a cada 10 minutos uma mulher é vítima de estupro, por dia três mulheres são vítimas de feminicídio, 30 mulheres irão sofrer agressão física de seus parceiros a cada hora, e uma travesti ou mulher trans é assassinada a cada dois dias. Assim, o Episódio `Piloto propõe explorar o histórico do movimento feminista no Brasil, a contribuição da MMM ao movimento feminista nos debates nacionais e discute a relutância da sociedade em reconhecer a violência de gênero no país, bem como a rejeição que manifestações feministas ainda sofrem por se alinharem à esquerda, que resulta até mesmo em ataques de núcleos políticos e sociais conservadores. A ideia para o nome do projeto é inspirada no caso ocorrido na imprensa televisionada, no início dos anos 2010, quando uma equipe de reportagem entrevista um suposto alienígena chamado E.T. Bilú, o qual recomenda para que a humanidade "busque conhecimento". O título também busca um tom provocativo e brincalhão, ironizando a situação que viralizou e virou meme na internet, pois o projeto em si busca realizar a divulgação do saber ciêntifico para o público em geral, quebrando o âmbito tradicional acadêmico. O episódio inaugural também foi idealizado para que seja uma alternativa tecnológica didática diferente das tradicionais, servindo tanto para a utlização por docentes quanto estudantes. Para tanto, além de estar disponível no Anchor e no Spotify, também está disponível para download ou nos links logo abaixo. https://open.spotify.com/show/7fUvH2Oc9RIqqrpBPXp3sD?si=b77626ce255d47a7 https://anchor.fm/bilu-historiador [1] DADOS SOBRE A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER NO BRASIL. Disponível em: - https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/violencia-em-dados/. Acesso em 13/02/22. [2] TAVARES, Manuela; BENTO, Almerinda; MAGALHÃES, Maria José. Feminismos e Movimentos Sociais em tempos de Globalização: o caso da MMM. Texto apresentado VIII Congresso Luso-Africo-Brasileiro de Ciências Sociais, Coimba, Portugal, set./2004. [3] SOUZA, Marlene Ricardi De. Marcha Mundial Das Mulheres: um movimento feminista para além dos olhares midiáticos. In.: Anais do XIII Encontro Regional de História. História e democracia: possibilidade do saber histórico. Coxim, MS, 08 a 11 de nov. de 2016. Disponível em: http://www.encontro2016.ms.anpuh.org/resources/anais/47/1478270446_ARQUIVO_MarchaMundialdasMulheresartigofinalizado.pdf. Acesso em: 06/02/22.

  • Revolta dos Muckers

    Por Deise Joana Tome da Silveira; Fabio A. G. Kochen; Felix Venicius Sostisso Eichelberger; Jakeline Foster; Thaís Camila do Nascimento e Thaís Tomé (graduandos em História - Unioeste) Em 1822, o Major George Anton Von Schaffer saiu do Brasil rumo a Europa com a missão de recrutar emigrantes para ocupar as terras brasileiras. Inicialmente ele se dirigiu a Hamburgo e dali partiu para outros territórios alemães como Hanôver, Pomerânia entre outros. Os primeiros emigrantes chegaram aos portos do Rio de Janeiro em março de 1824. Para fazer com que as pessoas se interessassem em migrar para o Brasil, a Coroa ofereceu diversos benefícios, entre eles as custas da passagem da Europa até o Brasil, uma porção de terra com cerca de 78 hectares e subsídios de 160 réis por um ano e meio. Além dessas ofertas, houve a promessa de cidadania brasileira imediata e liberdade de culto, no entanto o Império funcionava sob o Regime de Padroado, isto é, o catolicismo era religião oficial do Estado. Ao chegarem aos portos do Rio de Janeiro, os imigrantes foram distribuídos para as localidades distintas. Em julho de 1824, as terras de São Leopoldo no Rio Grande do Sul começaram a receber os primeiros imigrantes. Tudo era muito dinâmico, pois para os imigrantes a vinda para o Brasil significava a possibilidade de começar uma nova vida. Mas para além da esperança de prosperidade em uma nova terra, eles enfrentavam o desafio do desconhecido pois eles passariam a viver um novo universo, totalmente diferente dos seus países de origem tanto em termos geográficos, climáticos, culturais e econômicos. Além disso, impactava diretamente na adaptação dos recém-chegados a grande distância existente entre as expectativas criadas e as promessas feitas (o que fez muitas pessoas migrarem para o Brasil) da realidade vivida por eles quando chegavam nas regiões coloniais. Existia uma lacuna muito grande entre aquilo que era prometido na Europa aos imigrantes e aquilo que a realidade brasileira efetivamente oferecia. Devido a isso e a outros fatores, a adaptação dos imigrantes a nova sociedade nem sempre foi tranquila. Em alguns casos, esta situação acabou gerando conflitos de proporções maiores. Um deles entrou para os anais da história brasileira - “A Revolta dos Muckers”. A revolta que ocorreu de 1873 a 1874 na colônia de São Leopoldo, localizada na província de São Pedro do Rio Grande do Sul, está diretamente relacionada ao processo de adaptação dos imigrantes a nova realidade nacional e foi uma consequência do modo como a política de imigração e colonização desenvolvida pelo Império foi administrada. Um dos principais objetivos dessa política foi o de buscar a substituição do trabalho escravo pelo trabalho livre Além da tentativa de branqueamento da população brasileira. O problema da mão de obra ganhou proporção e prioridade no Brasil a partir da segunda metade do século XIX com foco principal em atender aos interesses dos grandes fazendeiros. Assim, toda a política de imigração e colonização desenvolvida no período não levou em consideração os anseios e desejos das populações imigrantes, bem como dos grupos que viviam nas regiões de fronteira agrária onde as colônias geralmente eram estabelecidas, como os indígenas, as populações caboclas, os escravos fugitivos e libertos. A memória da Revolta A documentação sobre a Revolta dos Muckers, em sua maior parte foi produzida a partir do ponto de vista de representantes dos grupos dominantes ou por agentes do Estado. Nela predomina uma leitura preconceituosa sobre os Muckers e os acontecimentos que envolveram esse conflito. Eles são apresentados e representados como “fanáticos”, pessoas “violentas”, “ignorantes”, e que, a proporção que a revolta tomou, foi consequência das características desses indivíduos. Além dessa representação estar presente na documentação e na história “oficial” há também uma memória construída sobre o evento que se pauta na ideia de que os Muckers eram somente fanáticos religiosos e que todo o conflito aconteceu devido a esse fanatismo, quando na realidade esses sujeitos estavam vivenciando a experiência de uma nova vida em uma terra muito distinta e frustrados com a realidade da situação dos imigrantes no país que era totalmente diferente do prometido à eles enquanto estavam na Europa. Os Muckers Os Muckers eram um grupo de imigrantes alemães composto de mais ou menos 150 pessoas que haviam chegado na colônia de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, na década de 1870. O grupo constituía-se de uma comunidade fundamentada a partir das leituras da Bíblia e na realização de práticas curativas feitas por Jacobina Mentz Maurer e seu marido João Jorge Maurer. Nos seis anos em que atuaram no interior da comunidade, o casal Maurer conquistou um número expressivo de simpatizantes legitimando sua existência, tal como suas práticas. Como uma forma de expressão de sua separação com o mundo exterior, os adeptos das práticas em conjunto com os seus líderes, desenvolveram uma série de condutas próprias que em grande medida se distanciavam das normas do Império. Como forma de organização, desenvolveram um calendário próprio para ser seguido pelos membros do grupo. Datas como o dia que Jacobina Maurer saiu da Santa Casa de Misericórdia em Porto Alegre, local onde ficou em reclusão para inquérito policial, e o dia que chegou em São Leopoldo, especificamente em Ferrabrás, eram comemorados como dias santos. Desta forma, é visível como bem estruturado era a comunidade. Jacobina apresentava crises de desmaio e sonambulismo desde os 14 anos. As pessoas a sua volta acreditavam que tais sintomas eram sinais sagrados. A imagem da líder chegou a ser relacionada com a de Jesus Cristo, devido aos atos de bondade e por sua dedicação aos “menos afortunados”. Porém para a comunidade local os Muckers não eram bem-vistos. Os colonos os consideravam fanáticos religiosos, devido aos costumes e práticas distintas e por este motivo e por receio de sofrerem violências e repressão, os Muckers não frequentavam as escolas e as igrejas. Devido a popularidade negativa dos Muckers, o grupo começou a ser culpabilizado por diversos incidentes, como assassinatos e atentados. Diante dos olhos do Estado, os Muckers eram considerados uma ameaça para a ordem social e deveria ser contida. A repressão A repressão aconteceu mesmo sem motivos evidentes contra os Muckers. Tratava-se de um grupo de pessoas que estavam organizados em torno de preceitos religiosos e marcado por uma leitura particular dos ensinamentos bíblicos que estava diretamente relacionada a situação vivida na colônia e da experiência de imigração. Além disso, as autoridades eclesiásticas não viam com bons olhos o fato de que um número significativo de pessoas se reunia de forma autônoma e fazia leituras próprias dos significados dos textos bíblicos, portanto, poderiam representar algum perigo a autoridade da Igreja. Sendo o catolicismo a religião oficial do Estado Imperial, as outras religiões tinham sua liberdade de expressão controladas pelo Estado. Essa insegurança aliada ao preconceito religioso juntou-se a diversos boatos infundados e acusações falsas aos integrantes do grupo, como a morte de Jacob Kramer, comerciante e opositor do grupo, encontrado morto dias depois de desaparecer, mesmo sem terem achados quaisquer vestígios de violência, espalhou-se a notícia de que Kramer teria sido morto pelos Muckers. Outro incidente contabilizado aos integrantes da comunidade, em especifico a Jacobina, um morador local chamado Pedro Hirt sofria com hipocondria e dias após visitar a cada da líder do grupo cometeu suicídio. Os moradores locais acreditavam que a tragédia aconteceu sob a influência do casal Maurer. Outro episódio ocorreu quando o inspetor João Lehn, ficou gravemente ferido após ser atacado por dois homens a cavalo em frente a sua residência e a responsabilidade do ataque também foi creditada sem provas aos Muckers,. Esta última acusação foi responsável pela prisão de 33 Muckers que foram levados a São Leopoldo. Em 1873, foi realizado um primeiro ataque contra o grupo pelas tropas do exército com a colaboração dos colonos que viviam nas proximidades. Os Muckers conseguiram resistir e chegaram a matar um dos comandantes na investida. As perseguições persistem e na noite de 25 de junho de 1874, os Muckers revoltaram-se com as injustiças e atacaram alguns de seus principais opositores, incendiando suas casas. Muitos colonos reuniram-se com medo dos ataques e promoveram na noite seguinte uma retaliação ao grupo de imigrantes, cerca de oitenta homens atacaram, saquearam e incendiaram várias casas abandonadas dos Muckers. Os ataques continuaram nos dias que se seguiram, as disputas e brigas eram intensas até que no dia 28 de junho de 1874, o coronel Genuíno Sampaio acompanhado de 98 homens seguiu para o Morro Ferrabraz e atacou os Muckers, parte deles conseguiram fugir. No dia 19 de julho do mesmo ano aconteceu um outro ataque ainda mais violento, a casa dos Maurer foi incendiada e vários homens, mulheres e crianças foram mortos, roubados e violados, inclusive a líder teve seu rosto desfigurado no ataque. Jacobina e mais 17 muckers conseguiram fugir. No entanto, a perseguição continuou até que em 02 de agosto de 1874 o restante do grupo foi morto brutalmente pelas tropas governamentais. Os que sobreviveram a esse terrível ataque foram presos e investigados pelo Estado. [1] ABDELMALEK, Sayad. A imigração ou os paradoxos da alteridade. 1ª ed. Editora EDUSP. São Paulo, 1991. p. 10-72. [2] GEVEHR, Daniel Luciano. Fier-à-Bras: As diferentes representações do cenário do conflito Mucker. Revista Mouseion, n. 16. Canoas, dez.2013. p. 75-95. [3] DICKIE, Maria Amélia Schmidt. Afetos e circunstâncias: um estudo sobre os Mucker e seu tempo. Tese (Doutorado em Antropologia Social) Universidade de São Paulo. São Paulo, 1996. [4] KUNZ, Marinês Andrea. O Movimento Mucker: suas relações com a igreja católica e a protestante. Revista Brasileira de História & Ciências Sociais, v. 4, n. 8. 08 dez. 2012.

  • RESISTÊNCIAS NEGRAS NO BRASIL COLONIAL

    Por Cristhian Mensch; Daniela Henrichsen e Vanessa Evangelista Rocha (graduandos em História - Unioeste) Em resposta às políticas de domínios de escravos, os africanos organizaram-se de diferentes maneiras para colocar limites à violência na qual eram submetidos. Pois, como nos mostra a historiografia, onde existiu escravidão também houve formas de resistência. Ainda que a formação econômica e social da América Portuguesa tenha sido sustentada em um regime escravista, seria um erro pensar que este sistema tenha se desenvolvido sem que os africanos, trazidos como escravos, não tivessem esboçado formas de contestação a condição de vida que lhes era forçada. Uma das formas de resistência à escravidão eram as fugas. Elas foram uma das estratégias mais utilizadas pelos sujeitos escravizados como forma de resistir à sua condição. Algumas vezes elas ocorriam ainda dentro dos navios negreiros, quando os africanos dominados pelo medo da travessia oceânica e pelo medo do futuro que lhes aguardava na América, optavam por se atirar no mar. Uma vez já desembarcados na América portuguesa, e mesmo já vendidos, os escravos ainda tentavam empreender fugas. Segundo a historiografia, havia dois tipos de fugas: a reivindicatória e a de rompimento. Nas fugas de rompimento os escravos fugiam para regiões afastadas das fazendas ou das vilas, geralmente para regiões de mata fechada. O objetivo dessas fugas era romper de uma vez por todas com a dominação. Assim os escravos fugitivos procuravam se estabelecer em locais onde eles pudessem viver livres e praticar a sua cultura de origem. Esta forma de fuga deu origem aos primeiros quilombos que ao longo dos anos se espalharam em todo o território na América Portuguesa. Os quilombos se tornaram uma das principais formas de resistência da população negra no Brasil até o final do século XIX e ainda hoje existem e resistem em diversas comunidades quilombolas remanescentes em nosso país. Um dos quilombos mais famosos é o de Palmares, que no século XVII se encontrava na Serra da Barriga dentro da capitania de Pernambuco e que nos dias de hoje fica no território do interior de Alagoas. A fama de Palmares se explica por várias razões: foi o quilombo mais duradouro da época do Brasil Colônia, tendo resistido durante todo o século XVII. Outra razão da importância de Palmares é que no seu apogeu ele pode ter sido habitado por até 30 mil pessoas, distribuídas em várias aldeias, descritas como bem fortificadas, estruturadas e administradas. As evidencias da magnitude de Palmares se deve aos relatos deixados pelas diversas expedições enviadas pelos administradores portugueses e holandeses de Pernambuco para destruir o quilombo. Embora cada aldeia possuísse um líder específico, todos respondiam em obediência a um líder maior. Ao longo da sua existência Palmares teve diferentes líderes, verdadeiros reis segundo alguns historiadores, sendo o mais famoso deles Zumbi, hoje símbolo do movimento negro brasileiro. O outro tipo de fuga, elencada pelos historiadores eram as fugas reivindicatórias que diferente das fugas de rompimento, tinham como objetivo principal negociar com seus senhores alguns limites à escravidão, como por exemplo, a conquista de um dia da semana para folgarem e cuidar dos seus roçados. Para conseguir abrir um espaço de negociação, os escravos fugiam para os arredores dos engenhos de açúcar até que seus senhores aceitassem negociar suas reinvindicações. Um exemplo de fuga reivindicatória ocorreu no Engenho de Santana de Ilhéus, um dos maiores da Bahia no final do século XVIII, com aproximadamente 300 escravos. Em 1789, os escravos se rebelaram contra as condições de trabalho, fugiram e refugiaram-se na mata próxima ao engenho. A fuga paralisou a produção que só retornou após o senhor do engenho, Manuel da Silva Ferreira, aceitar as reivindicações dos escravos que iam desde folgas nos fins de semana até a escolha dos feitores que deveriam ser aceitos pelo escravos. Além das fugas e dos quilombos, os escravos também organizaram revoltas armadas para reivindicarem sua liberdade ou com vista a melhorar sua condição de vida. A exemplo elencamos a revolta que ocorreu na Bahia, no contexto da Independência do Brasil de Portugal, quando tropas formadas exclusivamente por negros, muitos deles escravos, auxiliaram na expulsão dos portugueses de Salvador. Esses sujeitos lutaram em troca da promessa da conquista da alforria, isto é, da sua liberdade após a guerra. Ainda em Salvador, alguns anos mais tarde da Independência, outro episódio marcante de rebelião escrava foi a Revolta dos Malês, considerada a maior revolta escrava no Brasil. O nome dado a revolta se deve pela maior parte dos envolvidos serem negros Malês oriundos da região da atual Nigéria e professarem o islamismo. [1] O castigo. Ilustração de Jean Baptiste Debret publicada na coletânea sob o título Voyage Pittoresque et Historique au Brésil (Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil). 1834 e 1839, [2] Anúncio de jornal de escravo fugitivo, 1845. [3] Selo comemorativo do Quilombo dos Palmares. Emissão Departamento de Filatelia e Produtos/ECT. 19/11/2012. [4] Habitação de negros. Ilustração de Johann Moritz Rugendas. Publicada no álbum Voyage Pittoresque (Viagem Pitoresca). 1822 e 1825 [5] REIS, João José. Rebelião Escrava no Brasil: A Historia do Levante dos Males em 1835. Editora Brasiliense, 1986. [6] REIS, João José; SILVA, Eduardo. Negociações e Conflito; a resistência negra no Brasil escravista. São Paulo: Companhia das Letras, 1989.

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  • Jogo "As Duas Guerras"

    Mais jogos para a turma do 9º ano Tema: Segunda Guerra Mundial do ponto de vista das mulheres russas Ferramenta: PowerPoint Objetivo 1: Compreender a importância das mulheres na guerra e como eram tratadas pós-guerra. Objetivo 2: Discutir sobre a 2ª Guerra Mundial; Objetivo 3: Expor aos alunos um panorama geral da participação das mulheres soviéticas na 2ª Guerra Mundial; Objetivo 4: Conduzir os alunos a reflexão em relação ao reconhecimento que as mulheres ganhavam no pós-guerra. INSTRUÇÕES DO JOGO - PARA JOGAR APERTE O F5 - O JOGO CONSISTE EM UM "STORRY TELLING", OU SEJA, UMA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA. AO AVANÇAR NO JOGO SERÃO DADAS ALGUMAS OPÇÕES, A MAIORIA DELAS NÃO SERÁ EXPLICADA, ISSO É INTENCIONAL E TEM A FINALIDADE DE TORNAR MAIS ALEATÓRIO O CAMINHO DO JOGO. - O PROFESSOR DEVERÁ CONDUZIR O JOGO CLICANDO NAS OPÇÕES QUE A MAIORIA DOS ALUNOS ESCOLHER, QUANDO NÃO HOUVEREM OPÇÕES, O PROFESSOR DEVERÁ CLICAR NO LOCAL INDICADO "CLIQUE AQUI PARA CONTINUAR", PARA PROSSEGUIR. - ESTE JOGO CONTA COM UM SISTEMA ANTI-PULO, LOGO, AO CLICAR EM ALGUM LUGAR QUE NÃO SEJA INDICADO, O JOGO NÃO DEVERÁ PASSAR O SLIDE, NO ENTANTO, DUPLO CLIQUE OU O USO DAS SETAS PODERÁ "BURLAR" ESSE SISTEMA. - CASO A TURMA QUEIRA VER QUAL SERIA O CAMINHO SE TIVESSE OPTADO POR OUTRO CAMINHO, UTILIZE AS SETAS OU COMPARTILHE A TELA/ PROJETE O SLIDE NO MODO "EDIÇÃO". - ESTE É UM JOGO NARRATIVO, NÃO FOI PRODUZIDO COM A INTENÇÃO DE SER AVALIATIVO, NO ENTANTO, CABE AO PROFESSOR UTILIZA-LO DA FORMA QUE MELHOR ENTENDER. - BAIXE O JOGO (ARQUIVO DE POWERPOINT) NO BOTÃO ABAIXO E BOAS AULAS! Clique aqui para Baixar o jogo ALEKSIÉVITCH, Svetlana. A Guerra não tem rosto de mulher. Trad. Cecília Rosas. São Paulo: Companhia das Letras, 2016. Compartilhar Estamos realizando uma pesquisa acadêmica sobre o uso de jogos no ensino de História. Por favor, se aplicou nossos jogos em suas aulas, contribua com nossa pesquisa relatando sua experiência. Nome Completo Cidade Email Avalie nossos materiais Excelente Bom Decepcionante Que tipo de jogo você prefere para trabalhar em sala de aula? Já aplicou nossos jogos? Qual deles? Como foi a experiência? Como foi a aplicação dos nossos jogos em relação à participação dos seus alunos na aula? Em que momento da aula/ da exposição do conteúdo você prefere utilizar os jogos? Encontrou problemas técnicos ao utlizar nossos materiais? Você autoriza a publicação de seu relato em nosso site ou em trabalhos acadêmicos? Sim Não Enviar Obrigado pelo envio! Jogo "As Duas Guerras" Conteúdo relacionado: Revolta dos Muckers RESISTÊNCIAS NEGRAS NO BRASIL COLONIAL O IMPERIALISMO NA ÁFRICA E NA ÁSIA < Página Anterior Próxima Página >

  • Jogo "Onde está o Eric? Provérbios de Brugel"

    Mais jogos para a turma do 7º ano Temas: Transição do período medieval para o moderno. (7º Ano). Cultura popular medieval, provérbios populares. Ferramenta: Quadro Jam (Jamboard) Objetivos: - Encontrar os elementos solicitados na imagem (Pintura “O Manto Azul” de Pieter Bruegel datado de 1559) e a partir disso observar o que é representado na figura; - Refletir sobre a importância da tradição oral na Europa do século XVI e a importância dos provérbios, dos lemas, lições de moral, dos contos e narrativas e sua finalidade didática naquele contexto. Como jogar - Baixe a imagem no botão abaixo; - Observe se o Zoom do Quadro Jam está em 100% (Canto superior direito, um símbolo de lupa). - Carregue a imagem em seu Quadro Jam (Jamboard - aplicativo do Google que funciona como um quadro interativo que todos que tem o link podem fazer anotações ao mesmo tempo; - Compartilhe o link do Quadro Jam na aula-remota com os alunos; – Solicite aos alunos que utilizem a ferramenta caneta ou marca-texto para anotar na imagem quando encontrarem os elementos, se precisar apagar podem usar a ferramenta borracha; - Daí é só desafiar os alunos a observarem a imagem e procurarem onde está o Eric (o personagem é uma referência ao grande historiador Eric Hobsbawm!) e os outros elementos solicitados. Clique aqui para Baixar o jogo Fontes: - Pintura "O Manto azul ou A loucura do Mundo" de Pieter Bruegel (1559) - (https://commons.wikimedia.org ) Compartilhar Estamos realizando uma pesquisa acadêmica sobre o uso de jogos no ensino de História. Por favor, se aplicou nossos jogos em suas aulas, contribua com nossa pesquisa relatando sua experiência. Nome Completo Cidade Email Avalie nossos materiais Excelente Bom Decepcionante Que tipo de jogo você prefere para trabalhar em sala de aula? Já aplicou nossos jogos? Qual deles? Como foi a experiência? Como foi a aplicação dos nossos jogos em relação à participação dos seus alunos na aula? Em que momento da aula/ da exposição do conteúdo você prefere utilizar os jogos? Encontrou problemas técnicos ao utlizar nossos materiais? Você autoriza a publicação de seu relato em nosso site ou em trabalhos acadêmicos? Sim Não Enviar Obrigado pelo envio! Jogo "Onde está o Eric? Provérbios de Brugel" Conteúdo relacionado: Revolta dos Muckers RESISTÊNCIAS NEGRAS NO BRASIL COLONIAL O IMPERIALISMO NA ÁFRICA E NA ÁSIA < Página Anterior Próxima Página >

  • Quiz: Revoltas na Primeira República

    Mais jogos para a turma do 9º ano Tema: A Revolta da Vacina e a Revolta da Chibata (9º ano) Ferramenta: Powerpoint - Observar e analisar as charges e fotografias relativas às revoltas na Primeira República; - Relembrar os acontecimentos e os motivos da Revolta da Vacina e da Revolta da Chibata; Instruções: - Baixe o arquivo do power-point no botão abaixo; - Esse é um jogo de perguntas e respostas, ao clicar em uma das alternativas da resposta o jogador será direcionado para o slide confirmando o acerto ou o erro; - Caso esteja trabalhando no ensino-remoto, assista o vídeo explicando como compartilhar o Powerpoint com som no Google Meet; .- Se estiver trabalhando presencialmente, projete a tela pelo datashow na sala de aula e conduza as perguntas; - Não se esqueça de ligar o som, porque o ponto alto do jogo, que o torna divertido, são os áudios adicionados! Clique aqui para Baixar o jogo Site Consultado: https://brasil.elpais.com/cultura/2020-11-11/ha-110-anos-marujos-denunciaram-chibata-na-marinha-e-racismo-no-brasil-pos-abolicao.html Referências: FALCÃO, Edgard de Cerqueira (Org.). Oswaldo Cruz Monumenta Histórica. São Paulo, 1971. Compartilhar Estamos realizando uma pesquisa acadêmica sobre o uso de jogos no ensino de História. Por favor, se aplicou nossos jogos em suas aulas, contribua com nossa pesquisa relatando sua experiência. Nome Completo Cidade Email Avalie nossos materiais Excelente Bom Decepcionante Que tipo de jogo você prefere para trabalhar em sala de aula? Já aplicou nossos jogos? Qual deles? Como foi a experiência? Como foi a aplicação dos nossos jogos em relação à participação dos seus alunos na aula? Em que momento da aula/ da exposição do conteúdo você prefere utilizar os jogos? Encontrou problemas técnicos ao utlizar nossos materiais? Você autoriza a publicação de seu relato em nosso site ou em trabalhos acadêmicos? Sim Não Enviar Obrigado pelo envio! Quiz: Revoltas na Primeira República Conteúdo relacionado: Revolta dos Muckers RESISTÊNCIAS NEGRAS NO BRASIL COLONIAL O IMPERIALISMO NA ÁFRICA E NA ÁSIA < Página Anterior Próxima Página >

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